Lançado em novembro de 2009, o projeto Clube Escolar Paraolímpico visa incentivar as categorias de base do desporto paraolímpico nacional. O objetivo é formar atletas de alto nível técnico sem deixar de lado a questão acadêmica. Dessa forma, acredita-se que novos talentos serão formados para os Jogos do Rio de Janeiro, em 2016.
O Clube Escolar prevê a contemplação de programas voltados para atletas em idade escolar, devidamente matriculados e assíduos às aulas.
Assim como no Projeto Ouro, a verba não será repassada diretamente ao clube. A quantia (no máximo R$60 mil) com a qual cada associação for contemplada será usada pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro proporcionando todo suporte necessário com materiais, profissionais e demais demandas.
“O Projeto Clube Escolar Paraolímpico Rumo a 2016 é uma das bases do planejamento técnico do CPB visando o fomento e a renovação dos atletas paraolímpicos para o Rio 2016. O projeto dá oportunidade aos jovens terem acesso ao esporte paraolímpico já na escola. Queremos construir um grande geração para 2016 e para o futuro do nosso esporte”, afirmou o Diretor Técnico do CPB, Edílson Alves Tubiba.
O projeto servirá para uma maior abertura do esporte paraolímpico para a sociedade, como destacou o Presidente do CPB, Andrew Parsons, na data de lançamento do projeto.
“Uma potência paraolímpica não se faz apenas com medalhas de ouro ou com a posição no quadro de medalhas das Paraolimpíadas. É importante o investimento nos clubes para ampliar o acesso das pessoas com deficiência no desporto”.
Ao todo são 19 clubes contemplados e distribuídos por nove estados. Cinco do Rio de Janeiro, três de Minas Gerais, três de São Paulo, dois do Paraná, dois do Mato Grosso do Sul, um do Distrito Federal, um do Rio Grande do Sul, um de Santa Catarina e um de Rondônia.
“O Projeto Clube Escolar Paraolímpico Rumo a 2016 é uma das bases do planejamento técnico do CPB visando o fomento e a renovação dos atletas paraolímpicos para o Rio 2016. O projeto dá oportunidade aos jovens terem acesso ao esporte paraolímpico já na escola. Queremos construir um grande geração para 2016 e para o futuro do nosso esporte”, afirmou o Diretor Técnico do CPB, Edílson Alves Tubiba.
O projeto servirá para uma maior abertura do esporte paraolímpico para a sociedade, como destacou o Presidente do CPB, Andrew Parsons, na data de lançamento do projeto.
“Uma potência paraolímpica não se faz apenas com medalhas de ouro ou com a posição no quadro de medalhas das Paraolimpíadas. É importante o investimento nos clubes para ampliar o acesso das pessoas com deficiência no desporto”.
Ao todo são 19 clubes contemplados e distribuídos por nove estados. Cinco do Rio de Janeiro, três de Minas Gerais, três de São Paulo, dois do Paraná, dois do Mato Grosso do Sul, um do Distrito Federal, um do Rio Grande do Sul, um de Santa Catarina e um de Rondônia.

adorei a iniciativa...
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